Outra mudança para este ano é para driblar a maior dificuldade entre os recenseadores que trabalham nas áreas de classe média e classe média-alta, onde muitos moradores tendem a rejeitar as visitas com medo de golpes.
Para tentar melhorar o acesso a esses locais, reuniões serão feitas com associações de moradores, câmaras comunitárias, administradoras de imóveis e síndicos de condomínios para que eles preparem moradores para a chegada dos funcionários. A eles deverão ser entregues cartas do IBGE com uma foto do recenseador responsável por sua área.
Ao chegar à residência, o recenseador deverá portar sua carteira de identidade e o crachá de identificação. Se ainda assim o morador quiser uma confirmação de que se trata de um funcionário do IBGE, ele poderá fazê-la pelo telefone 0800 721 81 81.
Para abranger um maior número de domicílios, sobretudo em áreas carentes, o instituto planeja contratar recenseadores que morem próximo aos locais de trabalho. Só município do Rio, por exemplo, das mais de 6 mil vagas, 1.353 são em favelas ou no entorno delas.
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